quinta-feira, 2 de maio de 2013

Arquiteto português é o ganhador do prêmio máximo do paisagismo mundial



O arquiteto português Gonçalo Ribeiro Telles foi laureado na última quarta-feira, dia 10 de abril, com o título máximo do paisagismo, o Prêmio Sir Geoffrey Jellicoe, entregue em Auckland, Nova Zelândia, durante o congresso da Federação Internacional dos Arquitetos Paisagistas, a IFLA.

Criada em 2004, a premiação tem por objetivo, de acordo com reportagem do portal Público.pt, "reconhecer um arquiteto paisagista cuja obra e contribuições ao longo da vida tenham tido um impacto incomparável e duradoiro no bem-estar da sociedade e do ambiente e na promoção da profissão".



Nascido no ano de 1922, em Lisboa, Gonçalo Pereira Ribeiro Telles é graduado em agronomia e em arquitetura paisagista. Ele iniciou sua carreira como assistente de Francisco Caldeira Cabral, um dos pioneiros do paisagismo em Portugal.

Entre os projetos de sua autoria estão o Corredor Verde de Monsanto (conhecido como o corredor verde de Lisboa), os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, o Vale de Alcântara e da Radial de Benfica, o Vale de Chelas e o Parque Periférico, todos na capital portuguesa.



A premiação é considerada o Nobel do paisagismo e compara-se, em relevância, ao Prêmio Pritzker. Seu nome é uma homenagem ao paisagista britânico Sir Geoffrey Jellicoe (1900-1996), fundador da Federação Internacional dos Arquitetos Paisagistas.

Entre os ganhadores do prêmio Jellicoe estão o norte-americano Peter Walker (2004), o francês Bernard Lassus (2009), a canadense Cornelia Hahn Oberlander (2011) e o húngaro Mihaly Mocsenyi (2012).




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