sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Lírio-sangu-salmão e o Craveiro da Índia


 Scadoxus multiflorus, Coroa-imperial, Diadema-real, Estrela-de-natal
Como diz o nome, a estrela-de-natal é uma planta especial. Bulbosa, acorda no início do verão com uma inflorescência esférica composta por muitas flores pequenas e vermelhas. Presenteia-nos anunciando o Natal que se aproxima. Suas folhas são largas e levemente onduladas nas bordas. É uma planta bastante original, e fica muito bem em vasos ou em maciços e bordaduras.
Deve ser cultivada em substrato rico em matéria orgânica a meia-sombra, com umidade. Podemos tirar os bulbos após o final do ciclo para plantá-los no final do inverno ou deixá-los sob a terra. Multiplica-se através da divisão dos bulbos.Link



Nas Ilhas Molucas (perto de Timor Leste e da Nova Guiné) cresce espontaneamente esta árvore singular, que alcança mais de 8m de altura, classificada botanicamente como Syzygium aromaticum.
Suas flores têm formato de sino, vermelhas e brancas e, quando surgem, os nativos do lugar tratam a árvore do mesmo modo que cuidam de uma mulher grávida, não fazem barulho e, ainda por cima, durante a noite, não acendem tochas nem velas perto dela. Os homens, quando passam, à cumprimentam com respeito tirando o chapéu.
Essas precauções são observadas para que o craveiro não tome um susto e deixe de dar frutos ou os faça cair verdes, igualzinho a uma futura mamãe.
As flores, uma vez secas, são usadas na culinária para dar sabor e perfumar pratos doces e salgados. Estudos indicam propriedades antioxidantes, e de proteção contra trombose.Link

Raul Cânovas

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